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Polícia combate grupo criminoso que promovia falsos leilões virtuais

Publicado em 27/05/2022 ás09:30

Polícia Civil/Divulgação

Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil de Santa Catarina atua na manhã desta sexta-feira (27) com a Polícia Civil do Distrito Federal na operação “Falcon”, em Santa Catarina. A investigação, realizada pela Polícia Civil do DF, mobiliza 78 policiais civis dos dois Estados e tem o objetivo de cumprir em Santa Catarina 16 ordens judiciais de busca e apreensão e 13 ordens judiciais de prisões temporárias. Até o momento, 12 prisões foram realizadas em SC por cumprimento de mandados de prisão e uma pessoa foi presa em flagrante por porte de arma, totalizando 13 prisões.

A operação “Falcon” visa coibir atos praticados por um grupo criminoso que foi instituído em Santa Catarina para a prática de estelionatos na modalidade falso leilão virtual.

De acordo com a Polícia Civil do DF, as investigações indicam que os suspeitos alvos da operação são os responsáveis por emprestarem suas contas bancárias para que dessa forma o grupo pudesse usufruir de vantagens ilícitas auferidas através da prática dos golpes, momento em que as vítimas acreditavam estarem adquirindo veículos de um sítio virtual de leilão.

A apuração foi iniciada em outubro de 2021 logo após o conhecimento de que um morador do Lago Sul (DF) teria sido vítima de um destes estelionato praticado pelo grupo investigado.

Mais de 60 policiais civis mobilizados em SC

A ação é da 10ª Delegacia de Polícia do DF. Em SC, atuam em apoio no cumprimento dos mandados judiciais mais de 60 policiais civis catarinenses da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC), da Delegacia Regional de Polícia de São José e da Delegacia Regional de Palhoça.

Além da vítima residente no Distrito Federal, foram identificadas aproximadamente outras 10 pessoas que também foram alvos dos estelionatários.

A suspeita é que o grupo criminoso combatido tenha conseguido obter, através dos crimes praticados, aproximadamente o montante de R$ 500 mil através do uso de pelo menos dois sítios virtuais fraudulentos.

As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de São José, Biguaçu, Antônio Carlos e Balneário Camboriú.

As prisões por cidade:

5 São José
2 Palhoça
2 Biguaçu
3 Antônio Carlos (duas por mandados de prisão e uma por prisão em flagrante)
1 Santo Amaro da Imperatriz

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