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Previsão do Tempo 21/10/2026 | 23:41
Publicado em 23/05/2023 ás10:30
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve condenação de uma mulher que agrediu uma caixa de um supermercado e por isso deverá indenizá-la por danos morais. O valor da indenização foi fixado em R$ 5 mil, acrescido de correção monetária e juros de mora a partir da data dos acontecimentos. A decisão de origem é da 2º Vara Cível da comarca de Concórdia.
Segundo os autos, em abril de 2017, a funcionária do estabelecimento se dirigiu a um posto de combustível próximo ao supermercado, a pedido da fiscal, para trocar cédulas de dinheiro. No local, o dono do posto puxou o cordão do abrigo que a mulher vestia, cena presenciada pela esposa do empresário.
A situação foi interpretada como um flerte e fez com que a mulher se dirigisse até o supermercado, onde começou a agredir a funcionária na frente de outros colaboradores e de clientes, com ataques físicos e verbais. Câmeras de segurança do supermercado registraram toda a ação. A agressora precisou ser retirada do local por terceiros, e a vítima retornou para sua função no caixa. No dia seguinte dos fatos, a funcionária foi demitida.
Em recurso de apelação, a ré argumenta que inexiste dano moral no caso, devido ao fato de “que a autora agiu contrária à lei, interferindo no casamento da apelante, dando causa às agressões que se diz vítima”. A tese defensiva cita o art. 1.513 do Código Civil, que menciona ser defeso a interferência na comunhão de vida instituída pela família, ao argumento de que a autora flertava com seu marido.
No entendimento do desembargador relator da matéria, a interpretação do artigo citado é equivocada. “Caso contrário, admitiria-se que toda traição conjugal seria um ilícito civil, existindo um direito à fidelidade que toda vez que violado, permitiria uma reação em defesa do casamento. Tal conjunção é deveras arcaica e não cabe na sociedade atual que caminha para garantir a liberdade do indivíduo, ainda que dentro da existência de um contrato de união”.
O magistrado destacou que os fatos geraram comentários negativos a respeito da postura da autora, como se verifica nos depoimentos das testemunhas de defesa, “que inclusive mencionam que ela estaria ‘se fresquiando’ para o dono do posto, atacando diretamente a sua moral perante a sociedade local”. Não houve reparos na sentença de 1º grau. A decisão foi unânime.
Fonte: TJSCDe acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 21h30, quando o grupo utilizou combustível para atear fogo na vítima, que foi socorrida
Durante as buscas intensificadas na região, os policiais localizaram o corpo da mulher em uma ponte, onde o Corpo de Bombeiros atestou o óbito.
O corpo foi encontrado na madrugada de sábado (17) em uma propriedade rural nas proximidades da localidade da Usina Velha, no interior de Campos Novos
De acordo com o Corpo de Bombeiros, após buscas pela vítima nas proximidades do automóvel, o corpo do homem foi encontrado boiando em um açude
O condutor do Fox relatou à Polícia Militar que parou no local após sofrer uma pane seca e que havia sinalizado a via. Já o motorista do Gol informou
A ação investiga um esquema de direcionamento de contratações públicas e desvio de mais de R$ 31,6 milhões da Prefeitura de Monte Carlo, cobrind