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Previsão do Tempo 26/10/2026 | 19:04
Publicado em 19/07/2023 ás10:00
Um homem que matou a esposa com um tiro na cabeça, mas foi condenado por homicídio simples e posse ilegal de armas, será submetido a um novo julgamento, graças a um recurso interposto pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O crime aconteceu em São Cristóvão do Sul, município da Comarca de Curitibanos.
O Promotor de Justiça Raul Gustavo Juttel recorreu por entender que a decisão dos jurados contrariou a prova dos autos, pois o feminicídio não foi reconhecido como qualificadora, o que resultou em uma pena branda (oito anos e 11 meses em regime semiaberto), considerando as circunstâncias do crime.
O Conselho de Sentença também ignorou o fato de o crime ter sido praticado na frente da mãe da vítima, o que elevaria a pena, conforme prevê o Código Penal (artigo 121, parágrafo 7, inciso III). Por fim, os jurados não levaram em conta que o réu ameaçou a sogra, dizendo que ela seria a próxima a morrer.
"O novo julgamento será a oportunidade de apresentarmos novamente todas as provas do crime, na tentativa de obter uma condenação condizente com os atos praticados pelo réu", explica o Promotor de Justiça.
O crime
O réu e a vítima moravam juntos na localidade Santo Antônio, em São Cristóvão do Sul. Segundo consta nos autos, na madrugada de 9 de novembro de 2021, eles tiveram uma discussão e o homem deu um tiro na cabeça da companheira, na frente da mãe dela. A arma usada no crime foi uma espingarda calibre 22 não regularizada. Na sequência, o réu ameaçou a sogra de morte.
A vítima foi socorrida e levada para o hospital, mas não resistiu e morreu de traumatismo cranioencefálico. Ela tinha 43 anos. O réu permaneceu foragido por algumas horas, mas acabou sendo localizado e preso. Ele cometeu o crime sob o efeito de bebidas alcoólicas.
De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 21h30, quando o grupo utilizou combustível para atear fogo na vítima, que foi socorrida
Durante as buscas intensificadas na região, os policiais localizaram o corpo da mulher em uma ponte, onde o Corpo de Bombeiros atestou o óbito.
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A ação investiga um esquema de direcionamento de contratações públicas e desvio de mais de R$ 31,6 milhões da Prefeitura de Monte Carlo, cobrind
Testemunhas relataram à Polícia Militar que o homem, de 60 anos, invadiu a residência da vítima para exigir a retirada de uma medida protetiva de urgê
A vítima foi conduzida por populares ao hospital municipal e transferida posteriormente ao Hospital Universitário Santa Terezinha (HUST), em Joaçaba.