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Previsão do Tempo 22/10/2026 | 10:57
Publicado em 17/01/2024 ás14:30
Os quatro acusados pela tentativa de homicídio contra um policial militar em Ibiam foram condenados nesta terça-feira (16) durante sessão do Tribunal do Júri, que aconteceu no fórum de Tangará.
A vítima, sargento Juscemar Ramos, de 48 anos, relembrou os fatos, na presença do público que compareceu ao julgamento. “Foi tudo muito rápido. Ainda bem que meu colega de trabalho mora perto do destacamento e ouviu os tiros, indo a meu socorro. Eu só conseguia pensar na minha família enquanto era levado para o hospital. Foi o momento mais difícil que vivi nesses 26 anos de profissão”.
Os Promotores de Justiça Victor Ribeiro Debastiani e Larissa Moreno Costa conduziram a acusação, apresentando as evidências do crime aos jurados.

Diogo Silva Veloso, Pricila Alves dos Santos, William Carlos dos Santos e William Lenz Teodoro cumprirão penas que variam de 10 a 12 anos de reclusão em regime inicial fechado.
O conselho de sentença reconheceu as três qualificadoras apresentadas na denúncia, o que agravou as penas. Uma delas foi motivo torpe, pois o grupo tentou matar o policial para saldar uma dívida de drogas com uma facção criminosa. A segunda foi a dissimulação, afinal, os réus fingiram precisar de ajuda para atrair a vítima até a janela do destacamento antes de fazer os disparos. E a outra qualificadora foi justamente o fato de o crime ter sido praticado contra um agente de segurança no exercício da função.
Os réus ainda foram condenados por porte ilegal de arma, afinal, o revólver utilizado no crime estava em desacordo com a legislação. A mulher transportava cocaína no momento em que o veículo foi parado uma barreira policial montada próximo ao município de Campos Novos, e foi condenada por mais esse crime. Os réus não poderão recorrer em liberdade.
Os Promotores de Justiça que atuaram na sessão do Tribunal do Júri dizem que “a decisão dos jurados representa a vontade e o clamor da comunidade, e faz justiça a um profissional e pai de família atacado covardemente enquanto trabalhava”.
O crime
O crime ocorreu na madrugada do dia 21 de maio de 2022, quando o casal (Pricila Alves dos Santos e William Carlos dos Santos) chegou no destacamento da Polícia Militar pedindo ajuda para o sargento Juscemar Ramos, que estava de serviço. A mulher alegou que o carro havia ficado sem combustível na rodovia, mas acabou se contradizendo durante a conversa.
Desconfiado, o sargento tentou se afastar da janela quando foi alvejado por um terceiro elemento (Diogo Silva Veloso), que surgiu repentinamente. Ele efetuou ao menos quatro disparos, sendo que três deles atingiram o militar no rosto, peito e no braço.
Após o crime, os três saíram correndo e foram até o carro, onde William Lenz Teodoro os aguardava. Eles empreenderam fuga pela rodovia em um Fiat/Palio com placas de Monte Carlo, que foi interceptado em uma barreira policial perto da rodoviária de Campos Novos. Os criminosos confessaram que deveriam executar um policial militar como forma de quitar dívidas de drogas.
De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 21h30, quando o grupo utilizou combustível para atear fogo na vítima, que foi socorrida
Durante as buscas intensificadas na região, os policiais localizaram o corpo da mulher em uma ponte, onde o Corpo de Bombeiros atestou o óbito.
O corpo foi encontrado na madrugada de sábado (17) em uma propriedade rural nas proximidades da localidade da Usina Velha, no interior de Campos Novos
De acordo com o Corpo de Bombeiros, após buscas pela vítima nas proximidades do automóvel, o corpo do homem foi encontrado boiando em um açude
O condutor do Fox relatou à Polícia Militar que parou no local após sofrer uma pane seca e que havia sinalizado a via. Já o motorista do Gol informou
A ação investiga um esquema de direcionamento de contratações públicas e desvio de mais de R$ 31,6 milhões da Prefeitura de Monte Carlo, cobrind