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Previsão do Tempo 22/10/2026 | 11:35
Publicado em 05/12/2025 ás11:00
O Congresso Nacional derrubou dois vetos do presidente da República e tornou lei a exigência de exame toxicológico para a obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B.
Os vetos faziam parte do Projeto de Lei 2965/21, agora convertido na Lei 15.153/25, que altera o Código de Trânsito Brasileiro. Com a rejeição, passa a ser obrigatória a apresentação de resultado negativo em exame toxicológico para a permissão para dirigir de motociclistas (categoria A) e condutores de veículos de passeio (categoria B).
O governo havia vetado o dispositivo sob o argumento de que a medida aumentaria o custo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e poderia estimular que mais pessoas dirigissem sem habilitação. Parte da justificativa, porém, perdeu força após o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editar resolução flexibilizando regras para obtenção da CNH sem a necessidade de frequentar escolas de trânsito.
Outro ponto que também passa a valer diz respeito à realização dos exames toxicológicos. A nova lei permite que clínicas médicas responsáveis pelos exames de aptidão física e mental instalem postos de coleta laboratorial em suas dependências, desde que o exame seja processado por laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
O governo havia argumentado que a medida poderia comprometer a cadeia de custódia do material, afetando a confiabilidade dos exames, além de possibilitar a prática de venda casada entre os serviços físico e toxicológico.
Assinatura eletrônica
O Congresso também derrubou o veto ao dispositivo que autoriza o uso de assinatura eletrônica avançada em contratos de compra e venda de veículos. Para isso, a plataforma utilizada deverá ser homologada pela Senatran ou pelos Detrans, conforme regulamentação do Contran.
A justificativa do governo para vetar o trecho apontava risco de fragmentação da infraestrutura de provedores de assinatura eletrônica, o que poderia gerar insegurança jurídica pela adoção de sistemas distintos entre os estados.
Fonte: Com informações Agência CâmaraDe acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 21h30, quando o grupo utilizou combustível para atear fogo na vítima, que foi socorrida
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