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Previsão do Tempo 25/10/2026 | 21:59
Publicado em 02/02/2026 ás10:30
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, entre os dias 28 e 29 de janeiro de 2026, uma operação de combate à pirataria que resultou na apreensão de aproximadamente 45 mil itens contrafeitos, avaliados em R$ 2,3 milhões.
A Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e Crimes contra as Relações de Consumo (DCAC/DEIC) vinha monitorando redes de lojas do modelo "outlet" especializadas na comercialização de produtos de vestuário falsificados que atuam no estado. As investigações permitiram mapear a estrutura de distribuição e comercialização desses grupos em diferentes municípios catarinenses.
Três frentes simultâneas

A operação foi executada de forma coordenada em três etapas. No dia 28 de janeiro, equipes policiais realizaram fiscalizações em duas lojas localizadas no centro de Jaraguá do Sul. No dia seguinte, 29 de janeiro, uma terceira loja foi vistoriada em Biguaçu, na Grande Florianópolis.
Interceptação de cargas

Paralelamente, também no dia 29, atividades de inteligência resultaram na interceptação de dois caminhões carregados com produtos falsificados vinculados às mesmas redes criminosas. Os veículos foram abordados em Jaraguá do Sul e São José, ampliando significativamente o volume de apreensões.
Resultados

Foram apreendidos calçados, roupas, perfumes, bonés, relógios e acessórios que ostentavam marcas de renome internacional, como Nike, Adidas, Emporio Armani, Lacoste e Tommy Hilfiger. Além das mercadorias contrafeitas, também foram recolhidos equipamentos eletrônicos e documentos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.
Força-tarefa integrada

A operação contou com ampla articulação institucional, envolvendo o Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP), PROCON Estadual, PROCON de Jaraguá do Sul, Receita Estadual e representantes das marcas. O apoio operacional foi dado por diversas unidades da Polícia Civil e da Polícia Militar de Jaraguá do Sul.
A comercialização de produtos contrafeitos gera prejuízos significativos à economia formal, comprometendo a arrecadação tributária e a concorrência leal no mercado. Além do impacto econômico, produtos falsificados frequentemente não atendem a padrões de qualidade e segurança, representando riscos diretos aos consumidores.
Os responsáveis responderão por crimes contra a propriedade imaterial, crimes contra as relações de consumo, crimes contra a ordem tributária e associação criminosa. A operação reforça o compromisso da Polícia Civil de Santa Catarina no enfrentamento à criminalidade econômica e na proteção dos direitos do consumidor e do mercado formal no estado.
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