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Previsão do Tempo 15/10/2026 | 11:41
Publicado em 18/09/2026 ás09:30
Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, poderão ser distribuídos futuramente via Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com obesidade. A oferta, de acordo com o Ministério da Saúde, será planejada com base em evidências científicas e na posterior definição de um protocolo clínico oficial.
Em nota oficial, a pasta avaliou como positivos os primeiros resultados observados em pacientes com obesidade atendidos pelo Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, que foram selecionados desde junho para fazer uso da semaglutida — um dos princípios ativos que compõem esses tratamentos.
"O objetivo é garantir maior segurança aos participantes e estabelecer diretrizes para o acompanhamento contínuo por médicos especialistas da unidade. Ao todo, serão acompanhados 250 pacientes do SUS atendidos pelo hospital com obesidade grave ou associada a outras morbidades", informou o ministério.
Dentre as situações avaliadas no projeto estão pacientes que aguardam na fila para a realização de cirurgia bariátrica. A proposta central é entender se o uso da medicação consegue controlar o quadro clínico de forma a tornar o procedimento cirúrgico desnecessário em determinados casos.
O monitoramento também analisa reflexos secundários do tratamento, como a redução de problemas cardiovasculares e a queda na taxa de reincidência de câncer de mama, ampliando o escopo de avaliação terapêutica na rede pública.
Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, poderão ser distribuídos futuramente via Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com obesidade. A oferta, de acordo com o Ministério da Saúde, será planejada com base em evidências científicas e na posterior definição de um protocolo clínico oficial.
Em nota oficial, a pasta avaliou como positivos os primeiros resultados observados em pacientes com obesidade atendidos pelo Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, que foram selecionados desde junho para fazer uso da semaglutida — um dos princípios ativos que compõem esses tratamentos.
"O objetivo é garantir maior segurança aos participantes e estabelecer diretrizes para o acompanhamento contínuo por médicos especialistas da unidade. Ao todo, serão acompanhados 250 pacientes do SUS atendidos pelo hospital com obesidade grave ou associada a outras morbidades", informou o ministério.
Dentre as situações avaliadas no projeto estão pacientes que aguardam na fila para a realização de cirurgia bariátrica. A proposta central é entender se o uso da medicação consegue controlar o quadro clínico de forma a tornar o procedimento cirúrgico desnecessário em determinados casos.
O monitoramento também analisa reflexos secundários do tratamento, como a redução de problemas cardiovasculares e a queda na taxa de reincidência de câncer de mama, ampliando o escopo de avaliação terapêutica na rede pública.
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