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Previsão do Tempo 26/10/2026 | 16:46
Publicado em 26/10/2026 ás15:30
Um médico clínico geral foi condenado a 37 anos e 11 meses de reclusão em regime fechado por praticar crimes contra a dignidade sexual durante atendimentos em Catanduvas. O caso foi esclarecido pela Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca local, após investigação que comprovou a conduta criminosa.
De acordo com o inquérito policial, o investigado se valia do cargo público e da confiança da relação médico-paciente para cometer atos libidinosos contra as vítimas, simulando procedimentos clínicos. O trabalho investigativo incluiu a análise de prontuários, laudos periciais e oitivas detalhadas de dez vítimas.
A Justiça acolheu integralmente a denúncia, mantendo a prisão preventiva do condenado e negando o direito de recorrer em liberdade. Além da pena de reclusão, a sentença decretou a perda imediata do cargo público e fixou indenização por danos morais no valor de R$ 20.000,00 para cada uma das dez pacientes. A identidade das vítimas foi preservada conforme determinação legal e segredo de justiça.
De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 21h30, quando o grupo utilizou combustível para atear fogo na vítima, que foi socorrida
Durante as buscas intensificadas na região, os policiais localizaram o corpo da mulher em uma ponte, onde o Corpo de Bombeiros atestou o óbito.
O condutor do Fox relatou à Polícia Militar que parou no local após sofrer uma pane seca e que havia sinalizado a via. Já o motorista do Gol informou
A ação investiga um esquema de direcionamento de contratações públicas e desvio de mais de R$ 31,6 milhões da Prefeitura de Monte Carlo, cobrind
Testemunhas relataram à Polícia Militar que o homem, de 60 anos, invadiu a residência da vítima para exigir a retirada de uma medida protetiva de urgê
A vítima foi conduzida por populares ao hospital municipal e transferida posteriormente ao Hospital Universitário Santa Terezinha (HUST), em Joaçaba.