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Polícia

Delegado afirma que assassinato de professor universitário não foi por acaso

Publicado em 20 de Maio de 2013 às09h13

A Po lícia Civil de Chapecó já desvendou boa parte do crime que tirou a vida do professor Alcides Bittencourt, neste sábado (18), em Chapecó. Um menor de idade de 17 anos é o principal suspeito de arquitetar o crime e executar a vítima. Outros dois jovens também tiveram participação no latrocínio (roubo seguido de morte). “Alcides e o amigo que estava com ele caíram em uma emboscada. O adolescente queria os bens e o dinheiro de Alcides e os outros dois jovens queriam o carro da vítima, provavelmente para desmanche ou clonagem”, explica o delegado da Polícia Civil de Chapecó, Fábio Baja. Alcides Bittencourt foi enterrado às 16h deste domingo (19), no Cemitério Jardim do Éden. O professor, escritor e colunista social nasceu em Ponte Serrada, mas residia em Chapecó desde 1969. Na cidade, foi colunista do jornal O Iguaçu e Diário do Iguaçu, além de trabalhar em outros jornais impressos e no SBT. Também foi membro e publicou livros através da da Associação Chapecoense de Escritores (ACHE). Alcides também era doutor em Ciências da Educação. Atualmente, era coordenador do curso de mestrado na Universidade Pontifícia Católica do Paraná. Entenda o crime De acordo com o delegado Baja, as testemunhas ouvidas até agora, as imagens de videomonitoramento e evidências no local do crime, mostram que Alcides Bittencourt não morreu ao acaso. “Há cerca de duas semanas, ele conheceu o menor de idade de 17 anos em um bate papo. O suspeito começou a investigar detalhes da vítima, como salário e bens”. No sábado à tarde, segundo o delegado, Alcides e o suspeito trocaram mensagens e combinaram de se encontrar no Centro de Chapecó, onde supostamente teria ocorrido o assalto. “Não foi uma abordagem surpresa, a vítima já conhecia o suspeito e parou para buscá-lo”, explica o delegado. Logo depois, outros dois jovens entraram no veículo armados e encapuzados. Em seguida, os três conduziram as vítimas até a Linha São Vendelino, no interior de Chapecó. “Eles pararam o carro em meio ao mato, fizeram Alcides e o amigo descer, ficar de joelhos e com as mãos na cabeça. Tiraram anel, pulseira e correntes de ouro do Alcides e começaram a perguntar onde estava o dinheiro e quanto valia a vida deles”, conta o delegado Baja. Os disparos foram em seguida. O amigo foi atingido na orelha, caiu no chão e se fingiu de morto. Alcides foi atingido na cabeça e nas costas e morreu na hora. A investigação Após colher provas no local e ouvir testemunhas, a Polícia Civil decidiu tratar o caso como de latrocínio (roubo seguido de morte), já que os pertences das vítimas foram roubados, assim como o veículo de Bittencourt, um Corolla preto com placas AQK-5005. O principal suspeito de cometer o crime não pode ter o nome divulgado por determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), já que ele tem 17 anos. De acordo com a Polícia, o rapaz já tem passagens criminais por porte de arma de fogo e tentativa de homicídio. Este último, inclusive, foi o ato infracional cometido pelo jovem em fevereiro. Apesar de tentar matar uma pessoa há apenas três meses, ele estava solto.
Fonte: RedeComSC

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