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Esportes

Presidente do JAC convoca a imprensa e revela tentativa de suborno

Publicado em 11 de Junho de 2013 às13h12

O pr esidente do JAC (Joaçaba Esporte Clube) Alexandre Danielli, convocou a imprensa na manhã desta terça-feira (11) para esclarecer os rumores de que teria recusado oferta de uma empresa de Curitiba que se propôs a quitar a divida do time junto a Federação Catarinense de Futebol. “Houve sim a proposta, não apenas dessa empresa de Curitiba, mas também do Rio de Janeiro e São Paulo” admitiu Danielli. No entanto, o presidente afirma que a intenção das empresas era corromper a diretoria. “Me ofereceram propina alegando que já tinham entrado em contato com um ex-diretor e acertado a mesma quantia” denunciou. “Fiquei revoltado e disse que o JAC não está a venda, que não será mais admitido o que foi feito no passado. Nenhuma empresa de fora vai assumir o time”, esclareceu Alexandre, que revelou que o valor do suborno era de R$ 10 mil reais que seriam depositados em sua conta particular. “Cheguei a conversar com o Coelho (Luiz Carlos/ex-presidente) que se sentiu apunhalado pelas costas. É complicado porque não temos provas concretas” lamentou. O nome do ex-diretor não foi revelado pela empresa. De acordo com o presidente, a proposta dessas empresas era pagar a divida e trazer 20 jogadores para disputar o catarinense deste ano. “Esclareci que não temos mais este projeto e que vamos pagar a divida aos poucos, conforme nossa capacidade, e utilizaremos jogadores da região do Meio Oeste para disputar o campeonato em 2014”. Alexandre acredita que as propostas eram reais, pois os negociadores possuíam todas as informações do time de Joaçaba. “Falaram que pretendiam usar o time pela tradição que temos de mais de 35 anos no futebol profissional e que isso seria importante para os seus jogadores” relatou. “A corrupção no futebol é mais comum do que a gente pensa, mas o JAC não será vítima disso. Quero deixar bem claro que o time não está a venda e a nova diretoria é incorruptível”. A divida do JAC gira em torno de R$ 45 a 50 mil e a diretoria está empenhada em acertar com todos que tem contas a receber. Para angariar fundos, o JAC está comercializando 10 camisetas (edição limitada) que podem ser encontradas na Demática em Joaçaba ao valor de R$ 120,00. Requerimentos: A diretoria do JAC protocolou dois ofícios na Prefeitura de Joaçaba. imeiro pedindo uma concessão de uso do Estádio Oscar Rodrigues da Nova por 05 anos, pois o projeto do time é chegar a primeira divisão do catarinense, antes, porém vai disputar algumas competições de categorias de base pelo Brasil em parceria com a AABB. O JAC se propõe com isso a reformar o estádio através de um mutirão comunitário. O segundo documento solicita que caso o estádio seja demolido, um novo seja construído com capacidade inicial para 2 mil pessoas e projeto de expansão para abrigar 6 mil. Segundo Alexandre, a administração pretende construir este novo estádio na cidade alta com maior espaço para estacionamento e alojamentos. “Importante que eles tenham essa preocupação, mas queremos fazer parte. Desenvolver o projeto em parceria com acadêmicos de engenharia civil e arquitetura para fazer algo moderno e assim transformar Joaçaba em um polo esportivo, mas temos que começar a colocar no papel agora”, concluiu o presidente do JAC. O estádio encontra-se interditado até que seja retirado o telhado no ginásio Ivo Silveira.
Fonte: caco da rosa

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