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Polícia

Hervalense é presa no RS por tráfico de pessoas

Publicado em 23/08/2013 ás15:30

Boate no Pará para onde as aliciadas eram levadas

Foto: Boate no Pará para onde as aliciadas eram levadas

Uma ação das diretorias de Inteligência da Polícia Civil de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pará, aliada com a atuação dos policiais da Delegacia de Herval do Oeste, resultou na prisão, nesta quinta-feira, 22, em Passo Fundo, de Claci de Fátima Morais da Silva, de 42 anos, foragida do estado do Pará. Segundo investigação, ela é envolvida com quadrilha de tráfico de pessoas.  

Conforme o que foi apurado, a presa, que residia em Herval do Oeste, era responsável pelo recrutamento e acolhimento de mulheres em suas boates, localizadas nas cidades catarinenses de Joaçaba, de Herval do Oeste e de Capinzal. Depois, as mulheres eram repassadas para outro investigado, também gaúcho, que fazia o transporte ao Pará, onde as vítimas eram exploradas sexualmente nas cidades de Altamira e Vitória do Xingu, sudoeste do Pará, às proximidades das obras de construção da hidrelétrica de Belo Monte.

A prisão teve essencial participação dos policiais civis de Herval do Oeste – que já a acompanhavam desde a emissão do mandado de prisão em fevereiro – e da DIPC, que conseguiram localizar Claci, que estava viajando em um caminhão para Passo Fundo. Todo o percurso foi monitorado pelos policiais catarinenses até o esconderijo na cidade gaúcha. Em seguida, a equipe policial avisou a Inteligência da Polícia Civil do RS, que cumpriu o mandado.  

Claci foi encaminhada para a Delegacia de Pronto Atendimento de Passo Fundo, onde foram realizados os procedimentos cartorários e, posteriormente, encaminhada ao sistema prisional no estado gaúcho e já está sendo providenciada a sua transferência para o Pará.  

A quadrilha

Em março ela e outras cinco pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal do Pará pelos crimes de trabalho escravo, tráfico de pessoas, exploração sexual, corrupção de menor e formação de quadrilha. Os acusados foram identificados pelas vítimas libertadas da boate Xingu, em fevereiro, depois de operação coordenada da Polícia Civil do Pará. 

Na ocasião, foram presos os acusados de comandar esquema de tráfico de pessoas para exploração sexual, na região do Xingu, sudoeste do Pará. Os empresários Adão Rodrigues, 51 anos, e Solide Fátima Triques, 38, foram transferidos, no avião do Governo do Pará, de Altamira para Belém, sob escolta policial, para ficarem presos em casas penais da região metropolitana da capital. Além de Claci de Fátima Morais da Silva, Adão Rodrigues e Solide Fátima Triques, foram denunciados Moacir Chaves, Carlos Fabrício Pinheiro e Adriano Cansan. Claci era a proprietária de uma boate em Santa Catarina, onde aliciou as mulheres, com apoio de Moacir Chaves, prometendo que elas ganhariam até mil reais por dia trabalhando na barragem, segundo as investigações.

Fonte: Polícia Civil

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