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Geral

Vítimas do atentado em creche de Santa Catarina

Publicado em 04 de Maio de 2021 às15h38

Arquivo Pessoal/Reprodução/Facebook

Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução/Facebook

O ataque a creche Pró-Infância Aquarela, na manhã desta terça-feira (4), em Saudades, no Oeste catarinense, vitimou fatalmente cinco pessoas, entre elas três crianças, todos bebês com menos de 2 anos, uma professora e uma agente educativa.

A primeira vítima identificada foi a professora Keli Adriane Anieceviski, de 30 anos. Já a segunda foi a agente educativa Mirla Renner, de 20 anos. A informação foi confirmada pela secretária de educação de Saudades, Gisela Hermann.

A identidade das crianças, duas meninas e um menino, não foi confirmada até o momento. Segundo a assessoria de imprensa do IGP (Instituto Geral de Perícias), por serem crianças as identidades serão confirmadas  somente em coletiva de imprensa dos órgãos de segurança, agendada para a tarde desta terça-feira.  

O prefeito de Saudades, Maciel Schneider, decretou luto oficial de 3 dias no município. “É uma notícia muito difícil e inesperada para qualquer gestor público, principalmente em início de mandato. O sentimento é de revolta e, ao mesmo tempo, de muita tristeza. Uma coisa que nenhum pai merece passar. É desesperador, a ficha ainda não caiu”, desabafou o prefeito.

O que se sabe até o momento

O agressor chegou de bicicleta na escola por volta das 10h, portando uma faca grande. Cerca de 30 crianças estavam na escola no momento e ele invadiu uma sala de aula onde tinham quatro crianças, a professora e mais uma funcionária da escola.

As demais crianças e professoras conseguiram se trancar dentro das outras salas para se proteger do ataque. O jovem foi contido dentro da escola por vizinhos que ouviram os gritos. Foi quando ele tentou se matar.

“Ele foi contido dentro da escola e, naquele momento, tentou tirar a própria vida. Os eletrônicos da vítima passaram pela perícia para buscar a motivação desse crime. Ele não tinha ligação com as vítimas e também não tem histórico policial”, explica o delegado de Pinhalzinho, Jeronimo Marçal Ferreira.

 

Fonte: ND Mais

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