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Justiça nega liberdade a motorista flagrado 3 vezes embriagado

Publicado em 24 de Janeiro de 2023 às13h35

Imagem ilustrativa (Internet)

Foto: Imagem ilustrativa (Internet)

Um motorista de Caçador sustenta no currículo um feito negativo inusitado: ele foi preso em flagrante duas vezes, no mesmo dia, por embriaguez ao volante. Se não bastasse, meses depois, foi preso outra vez.

O primeiro flagrante aconteceu no dia 26 de novembro de 2021, por volta das 16h30. Ele pagou fiança arbitrada pela autoridade policial e foi solto. A segunda prisão ocorreu horas depois. Condenado, ele teve a carteira de habilitação suspensa por dois meses e prestou serviços à comunidade.

O terceiro flagrante foi registrado no dia 11 de dezembro do ano passado. O juiz converteu a prisão em flagrante em preventiva. Inconformado, o homem impetrou habeas corpus do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, sob o argumento de que houve um mal-entendido. Disse que não estava bêbado, mas sob o efeito de remédios controlados. Sustentou que não há risco de reiteração criminosa porque sua carteira de motorista foi retida pela Polícia Militar.

No entanto, os argumentos não convenceram o desembargador Luiz Antônio Zanini Fornerolli, relator do habeas corpus. O magistrado explicou que a discussão sobre o suposto consumo de remédio controlado e ausência de embriaguez são questões relacionadas ao mérito, sendo inviável a análise via estreita da ação constitucional. Sublinhou que a preservação da ordem pública justifica a imposição da prisão preventiva se o agente ostenta maus antecedentes, reincidência, atos infracionais pretéritos, inquéritos ou mesmo ações penais em curso.

Fornerolli foi enfático ao argumentar que as medidas cautelares diversas se mostraram ineficazes e rechaçou aplicá-las novamente.  “Os fatos demonstram”, concluiu, “que o paciente se tornou um risco à ordem pública, diante da insistência ilícita”.

Seu entendimento foi seguido de forma unânime pelos demais integrantes 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina.

Fonte: TJSC

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