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Geral

Consumidor catarinense está com receio de fazer novas dívidas

Publicado em 28 de Agosto de 2014 às13h30

Imagem ilustrativa

Foto: Imagem ilustrativa

Os índices da Pesquisa da Fecomércio SC sobre o Endividamento e Inadimplência do Consumidor catarinense (PEIC) mantiveram-se praticamente estáveis neste mês de agosto, na comparação com julho. O endividamento cresceu 0,4 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mês anterior. Porém, na comparação anual, houve alta de 9,1 p.p. O percentual de famílias endividadas, que era de 48,7%, subiu para 57,8%.

De acordo com o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt, o crescimento anual do endividamento fez com que as famílias passassem a optar por não se endividar mais. "O varejo vem sentindo o impacto do endividamento no volume reduzido de vendas. Isto é, o crescimento anual das dívidas - associado ao aumento dos juros - está impactando na capacidade das famílias efetivarem novas compras com o recurso do crédito e não no aumento da inadimplência. Com isso, o sistema financeiro permanece saudável mas, por outro lado, o comércio e a economia como um todo se deterioram", afirmou Breithaupt.

O cartão de crédito, com 48,1%, continua sendo o principal agente do endividamento dos catarinenses. Em seguida aparecem, respectivamente, os carnês (35,3%), os financiamentos de carro (32,0%) e o crédito consignado (17,0%). O endividamento das famílias caiu no nível mensal, mostrando uma queda dos muito endividados (0,8 pontos percentuais), passando de 13,6% em julho para 12,8% em agosto. No ano, essa porcentagem subiu 3,6 p.p.

Segundo a pesquisa, a maioria dos catarinenses endividados tem dívidas por mais de um ano (44,2%). Aqueles que têm dívidas em até 3 meses representam 24,7%. Entre 3 e 6 meses, são 7,1%. E, por fim, entre 6 meses e um ano são 16%. O tempo médio de comprometimento com dívidas ficou em 8,1 meses, superior ao valor verificado no mês anterior, de 7,9 meses.

Contas em atraso

A quantidade de famílias com contas em atraso apresentou queda na comparação entre julho e agosto. De 32,2% de famílias com contas em atraso em julho, temos em agosto 31% entre os endividados. A maior parte das famílias entre os endividados, 68,4%, não tem contas em atraso. No total geral das famílias pesquisadas, a porcentagem com contas em atraso ficou em 17,9%, uma queda em relação aos 18,5% do mês anterior. Dentre as famílias com contas em atraso, 29,2% afirmaram que não terão condições de pagar totalmente suas dívidas, ante 26,4% registrados no mês anterior.

Cidades

Entre as cidades catarinenses, Florianópolis é a com o maior percentual de famílias endividadas, com 85,3%. Em seguida vêm Joinville, com 51,6%, e Itajaí, com 48,5%. Em relação ao percentual de famílias com contas em atraso, Florianópolis também lidera com 25,2%. Blumenau apresenta o menor percentual de inadimplentes. E é de Florianópolis a liderança, mais uma vez, nas famílias que não terão condições de pagar, com 10,1%. Nesse quesito, Blumenau é a melhor posicionada, com apenas 1,7% de famílias sem condições de pagar suas dívidas.

Já em relação aos tipos de dívida nas cidades, o cartão de crédito continua sendo o principal agente do endividamento, com especial destaque para Florianópolis, com 63%. Os financiamentos, tanto de carro quanto de casa, aparecem logo em seguida. Na média, a cidade cujos moradores adquirem dívidas por mais tempo é Chapecó, com 9,4 meses. Florianópolis também é a cidade que apresenta maior percentual de pessoas (28,7%) que poderão pagar totalmente suas dívidas em atraso. Por outro lado, é a cidade com maior percentual de famílias que não terão condições de pagar as contas atrasadas (40,1%).

Fonte: Assessoria

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