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Herval d' Oeste

Vereadores de Herval não aceitam diminuir número de cadeiras

Publicado em 15/06/2015 ás23:00

Mesa diretora

Foto: Mesa diretora

Na contramão da crise econômica que atinge o país, cinco vereadores deixaram de votar na redução do número de cadeiras para a próxima Legislatura, e Herval d´Oeste continuará sendo a Câmara com o maior de número de vereadores da região da Ammoc, onze.

 “A Lei Federal diz que para a composição das Câmaras Municipais será observado o limite máximo de onze vereadores em municípios de 15 até 30 mil habitantes”, observou o presidente da Casa Leo Mascarello, antes da votação. “Nosso município não tem condições de ter o máximo, pois somos sabedores de todas as dificuldades, por isso temos que tomar essa iniciativa”, pediu Leo ao dizer que tem consciência que todo o projeto polêmico traz consequências. “Eu votei a favor do projeto do IPTU, mas estou tentando buscar alternativas para que nosso município possa se desenvolver. Para cobrar dos outros, temos assumir nosso papel aqui dentro e fazer primeiro”.

No entanto, o pedido do presidente não foi atendido e o projeto de Emenda a Lei Orgânica 008/2015, de autoria do PMDB e PSD, foi rejeitado com quatro abstenções, um voto contra, e seis favoráveis em votação nominal, com cada vereador expressando seu voto. Por se tratar de um projeto de alteração da Lei Orgânica, necessitaria de no mínimo oito votos favoráveis, em duas votações, e como não atingiu o número suficiente, não terá votação em segundo turno.

Vereadores favoráveis a redução do número de cadeiras: Davi Frozza (PSD), Everton Parisenti (PMDB), Joner Miguelão (PMDB), Neri Vidal (PMDB), Sérgio Moacir do Nascimento (PP), e Leo Mascarello (PSD).

Abstenções: Adelar Provenci (PSDB), Jean Patrick Giusti (PSDB), Jucemar Katchor (PSD), e Osni Silveira de Ávila (PSD).

Contra: Vanderlei Antunes da Silva (PR).

Justificativas:

Adelar Provenci – “Prezamos pela economia, tanto que devolvemos dinheiro, mas não sei onde foi parar. A economia tem que começar pelo executivo que tem oito secretarias e continua contratando. O Legislativo tem o seu orçamento próprio que não é para fazer obra”.

Davi Frozza – “Ganhou o vereador que pensa na reeleição, e perdeu a coletividade, a população. Hoje deixamos de dar um exemplo de cidadania, ética e dignidade”.

Everton Parisenti – “Sou favorável que volte a nove vereadores pelo cenário político e financeiro. Nos quatro anos poderíamos estar economizando mais de R$ 500 mil que poderiam ser utilizados para construir postos de saúde, creches e aquisição de máquinas agrícolas”.   

Jean Patrick Giusti - “Entrei nessa casa com onze vereadores, e com todo o respeito, o erro de aumentar não foi meu, e não sou eu tenho que consertar”.

Joner Miguelão – “Como já fui vereador quando tínhamos nove cadeiras, posso garantir para vocês que a gestão foi mais confortável. Com a economia de mais de R$ 500 mil nos próximos quatros anos, poderíamos construir nossa sede própria, já que temos um prazo para usar o terreno ao lado da garagem da Prefeitura, do contrário teremos que devolvê-lo para a Administração”.

Jucemar Katchor – “Estamos dentro da Lei, então me abstive do voto. Não vejo porque a diminuição dos vereadores. Se a Prefeitura não puder pagar o salário de onze vereadores tem que fechar as portas”.

Neri Vidal – “Sou pela redução, pois acredito que com a economia poderíamos colaborar com o município”.

Osni Silveira de Ávila - “Cada um é dono do seu voto. Não deveriam ter aumentado, agora quem aumentou que tire”.

Segio Moacir do Nascimento – “A economia não será significativa, mas com o exemplo partindo dessa Casa, teremos mais autoridade para cobrar”.

Vanderlei Antunes da Silva – “Minha postura é de não me abster, pois sei que aqui tenho que ter posição, por isso arco com as consequências. Não é diminuindo dois vereadores que vamos resolver os problemas do município”.

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